7ª SEMANA DE ESTUDOS
Nesta semana debatemos no fórum da disciplina sobre gestão escolar, currículo, ambiente de aprendizagem, interação professor /aluno, aluno/aluno, dimensão administrativa, dimensão pedagógica, projeto pedagógico, presença da família na escola. Vimos também qual a função social da educação, que consiste em formar alunos para a convivência na cultura global, a partir do desenvolvimento das capacidades de aprender a conhecer, aprender a fazer, a conviver e aprender a ser. A escola precisa estar buscando maneiras de fazer do processo educativo algo prazeroso e desafiador. Conhecer a função social da educação nos faz pensar e analisar como estão às práticas escolares, como está a atuação da equipe pedagógica, pois, a equipe pedagógica é de fundamental importância, para a elevação da qualidade de ensino da escola.
No que se refere à gestão escolar, vimos que ela é um processo, pois é elaborado em partes por diversas pessoas, ou digamos a comunidade escolar. É necessário verificar constantemente a elaboração do mesmo para mantê-lo atualizado e de acordo com o contexto atual.
Assistimos a um filme: Pro dia Nascer Feliz, que abordou o tema da educação sob forma documental, mostrando o abismo que existe entre as escolas de elite e as escolas públicas. Trata da relação do adolescente com a escola, focando também a desigualdade social e a banalização da violência.
Há uma nítida opção pelo aluno, mostrando jovens pressionados em busca de resultados, outros abandonados física e afetivamente pelos pais, submetidos a um conflito de gerações com os professores, abandonados por uma escola que muitas vezes nem aula tem. Mostra que há angústias comuns entre os jovens de todas as classes, mas um abismo social que os separa.
Pro Dia Nascer Feliz foca o aluno e mostra o professor tal qual ele é: na escola dos pobres, um trabalhador precarizado tão vitimizado quanto os alunos e impotente diante do caos em que se vê imerso. Na escola dos ricos, um elemento de classe média desfrutando do status e respeito que as condições lhe oferecem. Aliás, uma forma interessante de se pensar o filme está na comparação da figura dos professores das diferentes escolas. De um lado, professoras descabeladas, com olheiras, cansaço visível e uma situação que leva muitos aos calmantes e antidepressivos: xingamentos, ofensas, descaso e a convivência em escolas e bairros que são uma tortura estética. Do outro, a suavidade de uma professora falando de O Cortiço, de Aloísio Azevedo, do alto de seu salário de R$ 6 mil mensais, sem expressão de cansaço, muito bem vestida e diante de uma platéia silenciosa de futuros vencedores, num ambiente aprazível, limpo e arborizado.
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