quinta-feira, 29 de março de 2012

4ª SEMANA DE ESTUDOS
Iniciamos nossa quarta semana de estudos buscando o conceito de paradigma, que nada mais é que um padrão a ser seguido, é um modelo, uma referência, um exemplo ou até mesmo um ideal. Podemos dizer que um paradigma é a percepção geral e comum, não necessariamente a melhor, de se ver determinada coisa, seja um objeto, seja um fenômeno, seja um conjunto de idéias. Ao mesmo tempo, ao ser aceito, um paradigma serve como critério de verdade e de validação e reconhecimento nos meios onde é adotado.
Também estudamos a respeito dos PENSAMENTOS ECO-SISTÊMICOS que são pensamentos que relacionam as coisas, os eventos, fenômenos e processos. É um pensamento aberto que traz consigo a idéia de movimento, e existência de um fluxo energético.
Esse pensamento quando aplicado na EAD traz positivas consequências, pois enfatiza a sensibilidade, um olhar crítico, um respeito das individualidades, pois compreende o ser humano em toda a sua complexidade funcional, cuja dinâmica também envolve as leis da física, biologia, e da fisioquímica, pois todos nós somos seres bio-psicosociais.
A partir dessa linha de pensamento, a aprendizagem é fruto da cooperação que engloba todos os envolvidos, e estes devem ser incentivados por ações docentes que permitam o fluir das emoções e sentimentos no ambiente virtual.
Acredito que essa idéia de movimento, de que tudo pode mudar a partir do que eu me proponho a fazer pode ser a propulsora de um processo educativo mais humanizante, que priorize a construção do conhecimento de forma coletiva, e que construa e se reconstrua não só o conhecimento, mas o próprio indivíduo.

domingo, 25 de março de 2012

3ª SEMANA DE ESTUDOS

Nesta terceira semana de estudos terminamos a leitura do texto proposto na semana anterior, depois de ler, tivemos que responder as questões solicitadas pela professora. Segue abaixo minha considerações referentes as assunto.
Os pós-modernos não ignoram a razão simplesmente, o que eles propõem é tomá-la como construção histórica, socialmente construída, produzidas em circunstâncias localizadas, particulares. A crítica pós-moderna argumenta que a razão precisa ser considerada junto com as dimensões afetivas, morais, estéticas que identificam o sujeito.
O desenvolvimento da consciência interage ao paradigma que privilegia a ação do sujeito sobre o objeto, o sujeito torna-se absoluto, autônomo na construção do conhecimento e do pensamento. No extremo esse paradigma defende o primado explicativo das idéias, a auto-suficiência do sujeito pensante, sem considerar as condições históricas e objetivas. Por causa disso a filosofia da consciência ou do sujeito tende a privilegiar uma única linguagem, a linguagem da razão, o conhecimento organizado, o sistema, o modelo, a visão sistemática da realidade. A formação humana continua sendo condição de humanização e tarefa da pedagogia, onde se inclui certamente o desenvolvimento da razão. Trata-se de uma racionalidade que resgata a subjetividade, a autonomia da consciência humana, assentada no desenvolvimento das capacidades cognitivas e afetivas de problematização e apreensão da realidade.
Há pluralidade de linguagens na sociedade e esta pluralidade ajuda a construir a singularidade dos indivíduos dentro do grande grupo. O cotidiano, a experiência pessoal, o conhecimento intersubjetivamente partilhado, a diferença e os diferentes discursos... Todos, juntos, formam as diversas variações de linguagem existentes na sociedade. Não há um jeito melhor ou mais completo. Na questão da linguagem, conforme Libâneo, há caminhos diferentes de interpretação e é exatamente este fato que a torna tão especial: sem interpretação, não há linguagem e para que haja uma interpretação de valor é necessário o ensino.
O hibridismo ajuda a educação, pois num contexto geral chegou-se a conclusão que o currículo deve ser hibrido, ou seja, deve aceitar e incorporar diferentes teorias e práticas e todas as formas de diversidade, considerando as condições históricas particulares em que é posto em prática. São associadas às perspectivas teológicas de um futuro de mudanças, fundamentada na filosofia do sujeito, na filosofia da consciência e na valorização do conhecimento como produtor de sujeitos críticos e autônomos, com o descentramento do sujeito, a concentração discursiva da realidade e a vinculação entre saber e poder.
São vários os dilemas a serem enfrentados, tanto teóricos quanto práticos. Um deles é o universalismo e relativismo, que atingem especialmente os objetivos da educação escolar. A controvérsia relativismo x universalismo constitui hoje uma oposição estabelecida no discurso da educação e da cultura. Dever-se-ia tentar conciliar de modo harmonioso o universalismo e o relativismo, inerentes ao pensamento científico e o relativismo ensinado pelas ciências humanas, atentas à pluralidade dos modos de vida, dos conhecimentos especulativos do mundo e das sensibilidades culturais.
Outro dilema diz respeito as formas de organização curricular, ao currículo e as práticas escolares, em que eu de um lado fica um currículo baseado na formação do pensamento científico e de outro um currículo baseado na experiência sociocultural. O currículo baseado na formação do pensamento científico estaria voltado para lidar com a realidade, sem descartar a motivação do aluno, sua subjetividade e contextos de vida. Quem defende um currículo experiencial, o conhecimento escolar estaria na experiência sociocultural, na convivência e nas práticas de socialização. A cultura escolar estaria subordinada aos saberes de experiência de que são portadores os alunos, dissolvendo-se a disciplinaridade em favor de um conteúdo mais próximos as manifestações culturais.
O terceiro dilema são as formas de organização institucional da escola, por um lado a escola terá a necessidade de funcionarem submetidas as regras mínimas, justificadas em função de estabelecer um clima adequado ao trabalho intelectual. De outro, se argumentará que essa moral universal não pode existir, porque ela depende de contextos particulares da vida dos alunos e da comunidade.
O quarto dilema resume os anteriores. Ele põe a questão da escolha entre dois significados que se pode dar à educação inclusiva. 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Disciplina Fundamentos Teóricos Metodológicos da atuação Docente

2ª SEMANA DE ESTUDOS

Vimos nesta semana de estudos, que a pedagogia é extremamente relevante para que a finalidade da educação Vimos nesta semana de estudos que a pedagogia é extremamente relevante para que a finalidade que é a formação humana seja atingida. Para isto, ela faz uma análise de várias correntes pedagógicas ao longo dos anos, bem como o que elas priorizavam e quais eram suas características mais importantes, nos questionando sobre o que merece atenção no contexto que vivemos no que se refere à educação.
Acredito que o objetivo maior deste estudo, está em conseguir fazer com que o aluno se desenvolva e alcance uma aprendizagem significativa, tanto de sala de aula quanto de mundo, bem como que o professor consiga fazer uma avaliação de suas práticas pedagógicas vindo a perceber que metodologias e didáticas utilizar para obter êxito em suas aulas. É necessário que levemos em conta a responsabilidade que temos na participação da formação da identidade de cada sujeito e percebamos que não podemos fugir ou ignorar esta responsabilidade, pois segundo José Carlos Libâneo (p.16), “...nenhum educador poderá evadir-se da pedagogia, pois o que fazemos quando intentamos educar pessoas é efetivar práticas pedagógicas que irão constituir sujeitos e identidades...”.
As teorias pedagógicas permitem nos embasarmos para traçarmos estratégias que atendam aos objetivos de aprendizagem. Conhecemos também o conceito de teorias pedagógicas modernas que são as teorias gestadas em plena modernidade, quando a idéia de uma formação geral para todos toma lugar na reflexão pedagógica. São teorias fincadas nas idéias de natureza humana universal, de autonomia do sujeito, de emancipação humana pela razão de libertação da ignorância e da ausência de conhecimento.